29.02.2008
Dolby Digital Cinema Recebe Certificação Anti-Pirataria.


29.01.2008
Dolby® 3D Digital Cinema estréia no Festival de Cinema de Sundance.

26.11.2007
Equipamentos Centauro® nas Cinco Salas GNC do Balneário Camboriú Shopping

                       
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1.3K/2K/4K RESOLUTION
Resoluções propostas para projetores de cinema digital. A resolução é um dos fatores que influenciam a qualidade da imagem projetada. Os números em milhares se referem ao número de pixels (pontos) contidos no eixo horizontal da imagem, ou seja, 2K significam aproximadamente 2 mil pixels na tela.

ALTERNATIVE CONTENT
Entretenimento adicional que não filmes e que podem ser exibidos em ambientes de Cinema Digital, entre alguns exemplos podemos citar esportes ou eventos ao vivo. Fontes alternativas são usualmente conectadas através da segunda entrada do projetor de cinema digital e de um adaptador indicado para áudio de cinema.

COLOR SPACE
A completa gama de cor que pode ser reproduzida pelo equipamento. Color Space pode ser reprogramada em outros aparelhos, incluindo projetores de cinema digital, de forma a permitir diferentes aparências para diferentes conteúdos. Durante o replay nas salas de cinema, o mesmo Color Space usado no Máster Original deve ser selecionado no projetor. Ainda está sendo criado um padrão para uso comum do Color Space.

COMPRESSION
Uma forma de processar imagens ou sons digitais para ocupar menos espaço em disco, banda de transmissão ou menor tempo de transferência. A compressão de imagem é usada no Cinema Digital para permitir que os arquivos sejam fáceis de administrar na masterização, distribuição, carregamento e projeção. A imagem deve ser descomprimida na sala de cinema antes da exibição.

DATA
Informação Digital que tem a vantagem de poder ser copiada ou transmitida usando-se uma rede digital, pelo número de vezes que for necessário, sem perder qualidade. No Cinema Digital, ao invés das imagens e sons do filme serem armazenados na cinta de celulóide, ambos ficam armazenados como Informação Digital num arquivo, na maioria das vezes em disco rígido.

DC28
Comitê de Tecnologia da SMPTE criado para prover à indústria um fórum de desenvolvimento das especificações da tecnologia de Cinema Digital. DC 28 é formada por grupos de trabalho para criar os padrões e recomendações necessários para garantir a interoperacionalidade, compatibilidade e performance.

DCI
Digital Cinema Initiatives, LCC, companhia formada pela joint venture entre Disney, Fox, MGM, Paramount, Sony Pictures Entertainment, Universal e Warner Bros Studios. O objetivo da DCI é estabelecer voluntariamente as especificações para assegurar uma arquitetura aberta para o Cinema Digital.

DELIVERY
Método de transferência dos arquivos de Cinema Digital aos locais de exibição. Pode ser por via física, como um disco rígido removível contendo o arquivo, fibra ótica ou satélite. Criptografia é utilizada para prevenir roubo dos arquivos durante o transporte ou armazenamento.

DIGITAL CINEMA
Salas de exibição de alta qualidade. Especificações de Performance Mínima ainda em definição pela DCI.

- Folheto de D-Cinema

DIGITAL CINEMA PLAYBACK SYSTEM
Também referido como servidor, o sistema de playback executa diversas funções, incluindo armazenamento e replay do filme digital, criptografia de segurança e decodificação das imagens. Sistemas avançados provêm ao operador um painel de controle, programação de opções e uma compreensiva interface de automação. Os sistemas de playback de Cinema Digital não devem ser confundidos como simples transmissão ou servidor de vídeo baseado em PC, que não oferecem a segurança e decodificação requeridas pela DCI.

DIGITAL CINEMA PROJECTOR
Um equipamento de alta performance desenhado especificamente para exibição de conteúdo cinematográfico. Projetam imagens digitais na tela através de sistemas de playback de Cinema Digital. Os projetores de Cinema Digital utilizam a tecnologia 2K DLP Cinema ® da Texas Instruments, mas outros fornecedores, incluindo Sony, estão desenvolvendo suas próprias soluções.

DIGITAL PROJECTOR
Qualquer projetor que utilize tecnologia digital de criação de imagem. Os níveis de performance variam de modelos para uso em escritórios aos grandes projetores para locação e projetores de cinema digitais. Modelos menores são usados em alguns cinemas para exibição de comerciais ou subtítulos em exibições 35mm.

EDCF
European Digital Cinema Fórum, um grupo de representantes da sociedade civil e empresarial ligada a cinema, formada com a intenção de encorajar a cooperação européia dos fabricantes de projetores de cinema digitais e eletrônicos.

ELECTRONIC CINEMA
Também conhecido como e-cinema, diz respeito a conteúdo não cinematográfico como propaganda exibida em salas de cinema. Normalmente é utilizado um projetor de pequeno porte com menor performance que o projetor de Cinema Digital e pode ser exibido ao vivo ou replay. As apresentações são em qualidade de televisão de alta definição.

ENCRYPTION
Nome genérico para as técnicas utilizadas para proteção dos dados digitais para que só possam ser acessados por pessoal autorizado. Dados criptografados só tem utilidade quando são decodificados através de uma chave matemática. No Cinema Digital a criptografia é usada em diferentes momentos do processo para prevenção de roubo de dados. Onde a criptografia digital não é utilizada são adotadas medidas físicas de segurança.

ETHERNET
Conexão padrão para equipamentos digitais utilizados em rede, usada nos sistemas de Cinema Digital para interconectar equipamentos com uma ou mais telas. Diferentes tipos são utilizados dependendo da aplicação: 10Base-T ou 100Base-T são utilizadas para transmissão de dados de controle, enquanto que 1000Base-T é utilizado para transmissão de grandes arquivos como filmes.

FILE ENCRYPTION
Usado para garantir a segurança de dados do arquivo de filme durante a distribuição e na sala de cinema. O pacote de arquivos é encriptado antes da distribuição aos cinemas. Para máxima segurança os arquivos ficam criptografados até seu uso no sistemas de playback quando são decodificados, algo que só é possível tendo a licença requerida.

FILE PACKAGE
O equivalente digital do filme em celulóide. A integração de imagem, áudio, subtítulos e listagem de exibição de um conteúdo específico. O pacote de arquivos pode ser armazenado em disco ou transferido por meio de rede eletrônica.

HARD DRIVE
Também conhecido como disco rígido, este equipamento é utilizado para armazenamento de grandes quantidades de arquivos digitais. Usados em cascatas em sistemas de Cinema Digital para armazenamento de arquivos de filmes digitais prontos para exibição. Discos rígidos removíveis também podem ser utilizados para transferência entre salas de cinema.

HD-SDI
High-Definition serial digital interface. Conexão standard para transmissão de imagem digital de alta definição. Comumente utilizada para conexão digital entre sistemas de playback de Cinema Digital e projetores de Cinema Digital.

IMAGE DECODER
Parte do sistema de playback de Cinema Digital responsável pela decodificação da imagem comprimida. Alguns projetos utilizam hardware para isto, mas este processo limita a somente um formato de decodificação de imagem e dificulta o upgrade. Outros projetos utilizam software, reprogramação ou hardware modular.

INTEROPERABILITY
Compatibilidade entre diferentes fabricantes de sistema de Cinema Digital, um requisito vital para a habilidade de exibição de um arquivo comum de filme digital em múltiplos sistemas de playback de Cinema Digital de vários fabricantes. O processo de padronização esta em andamento.

JPEG 2000
Tecnologia de compressão de imagem desenvolvida para uma ampla gama de aplicações pelo JPEG – Joint Photographic Experts Group. Um novo perfil JPEG 2000 foi definido pela DCI para uso futuro em cinema digital.

KDM – veja LICENSE

KEY
Código matemático usado para descriptografar um conteúdo encriptografado. No Cinema Digital a KEY faz parte da licença de playback que permite a exibição do filme.

LICENSE
Também conhecida como KDM – Key Delivery Message. Método standard para entrega de chaves de segurança para sistemas de playback de Cinema Digital. A licença contém as chaves necessárias para descriptografia de um filme em uma sala de cinema. Licenças são normalmente distribuídas em CD-ROM, mas também podem ser entregues em memórias USB (Pen Drives), através de distribuição por rede ou por meio de disco rígido removível.

LINK ENCRYPTION
Uma forma de criptografia utilizada em local onde a imagem é transferida por meio de conexão aberta.

MASTERING
Também conhecido como preparação de conteúdo. O processo de criação de um pacote de arquivos master de Cinema Digital que contém as imagens, áudio, subtítulos e qualquer outra informação do filme. A masterização é feita em local apropriado e sob supervisão do distribuidor. Criptografia é aplicada neste estágio e o arquiva fica disponível para replicação em discos rígidos removíveis, transferência via satélite ou fibra ótica para as salas de cinema.

MPEG-2
Tecnologia de compressão de imagens com ampla gama de aplicações desenvolvida pela Moving Pictures Experts Group. Utilizada comumente em Cinema Digital.

MXF
Material Exchange Format. Formato de arquivo aberto utilizado para vários tipos de troca de imagens. A troca de pacotes de arquivos de filmes entre sistemas de Cinema Digital de diferentes fabricantes é possível pela aplicação do padrão MXF.

PHYSICAL SECURITY
Dados de filmes nem sempre podem ser criptografados no sistema de Cinema Digital porque necessitam estar descriptografados para a descompressão de imagem. Proteção física pode ser usada para prevenir o acesso a qualquer parte do circuito do sistema por onde estejam sendo processados dados de um filme, assim um “pirata” não tem como roubar o filme. Este é um requisito obrigatório de acordo com o último boletim da DCI.

PROJECTOR CONFIGURATION FILE
Método de armazenamento de varias configurações de projeção, incluindo aspecto como ratio e color space. No futuro, arquivos de configuração individuais para projetores poderão ser distribuídos em conjunto com filmes específicos.

RAID
Redundant array of independent disks. Utilizado em alguns sistemas de Cinema Digital para permitir que arquivos de filmes de alta qualidade sejam exibidos com segurança. Os discos rígidos podem apresentar falhas por desgaste de uso com o tempo e a aplicação em RAID permite que a exibição tenha continuidade mesmo em caso de falha.

REDUNDANT POWER SUPPLIES
Fornecimento duplicado de energia utilizados em equipamentos de Cinema Digital para permitir a continuidade de exibição em caso de falha no suprimento de energia.

RELIABITLITY
Habilidade do equipamento em operar em condições adversas ao padrão operacional. Item importante para equipamentos de Cinema Digital, uma vez que cabines de projeção nem sempre apresentam características ideais de eletricidade, ventilação e de operação.

SERVER
Veja Digital Cinema Playback System

SHOW
Termo utilizado para uma apresentação completa de um filme. Isto inclui trailers de filmes, propagandas e o filme em si. Um show é organizado no sistema de playback de Cinema Digital através da seleção dos conteúdos desejados, chamados de clips, e depois ajustados na ordem de exibição. Em alguns sistemas os shows podem ser agendados para exibição em horários específicos.

SMPTE
Society of Motion Picture and Television Engineers. Organização internacional que cria padrões para as indústrias de televisão e cinema.

UPS
Uninterruptible Power Supply. Condicionador de energia necessário para sistemas de playback de Cinema Digital que apresentem deficiência na proteção elétrica instalada.

USER INTERFACE
O meio pelo qual o operador controla o equipamento. Sistema de playback de Cinema Digital apresentam diversos formatos de controle, otimizados para diferentes utilizações, por exemplo, teclas iluminadas para uso pelo projecionista durante a projeção ou uma tela e mouse para setup.


® CENTAURO EQUIPAMENTOS DE CINEMA E TEATRO LTDA.